A MINHA VIDA É UM POEMA NUM CADERNO QUE NUNCA VERÁS.

METÁFORAS

segunda-feira, 19 de abril de 2010

ESQUIZOFRENIA

Anuncias-te a minha chegada , mas bato a tua porta
A tua incoeirencia toca-me , e o teu teu toque nao volta
Nao respondes a chamada que te faço , eu dei-te o espaço
Que hoje defaço em em padaços enquanto agarro os teus braços

Nao resta nada , apenas saudade
E mesmo esta se desvanece e parte em metades
Quando ve que da tua parte o Mundo é gigante
E a lua nao volta a ter o significado que tinhas antes

Subo as escadas , fecho a porta e corro os estores
Olho ao espelho a minha imagem e vejo os teus olhos
Lagrimas caem , nao perecebo o significado
Choras por veres o teu passado , ou por tudo ter acabdo ?

sexta-feira, 26 de março de 2010



Vejam aquilo que poderia ser um dos paises mais belos do mundo ( nao deixa de o ser ) , mas as pessoas nao querem que se transforme em algo capaz de mudar mentalidades e ditadores ;)

sábado, 16 de janeiro de 2010

Baarack Obama , será o Revolucionário que todos esperavamos ?

Fui à procura de algo que me provasse que Barack Obama poderia ser o tal revolucionário que todos aguardava-mos e encontrei isto , leiam e cultivem a vossa sabedoria :

Escrito por Régis Bonvicino

Quero refletir sobre Barack Obama e a utopia nos Estados Unidos. O endividamento das pessoas físicas e jurídicas não permite vislumbrar uma saída indene e indolente para a depressão econômica, mas a figura – como a imagino – de uma rua estreita, onde se caminhará de modo lento e doloroso, passo a passo, como a formularia Paul Krugman. A depressão econômica revelou a falta de programas de governo dos países do primeiro, segundo e terceiro mundos nas últimas três décadas, assaltados pela moeda única da autorregulamentação dos “nervosos” mercados (esse monstro abstrato) e, recentemente, pela ira utópica de Bush e suas guerras.

Penso sobre o caráter revolucionário de Obama, como demonstrou seu orçamento, que vai ser votado pelo Congresso estadunidense. Imaginei, com Moisés Naím, que assina a coluna El Observador Global no El País, que a demonização de Obama viesse do mundo árabo-islâmico e de Hugo Chávez, que correspondeu à expectativa ao afirmar que Bush e Obama provêm do mesmo miasma (massa pútrida indistinta) ou ao referir-se ao ex-senador como “El negro”. O mundo árabe, por ora, a contrariou. E, para minha surpresa, a mídia brasileira, que pretende representar o capital financeiro, aliou-se a Chávez, e já começa a resgatar a figura de George Walker como pacificador do Iraque!

A utopia – a luta por uma sociedade perfeita – esteve sempre ligada às esquerdas, o que é verdade em parte, com a União Soviética dos anos 1910 e 1920 e a Cuba dos anos 1960. No entanto, ela é o instrumento preferencial da direita. Haja vista Margareth Thatcher (1979-1990) e Ronald Reagan (1981-1989), utópicos revolucionários da onipotência do mercado. Haja vista George Walker Bush, um utópico, católico milenarista, apocalíptico, que enxergava na guerra contra o terror, na invasão do Afeganistão e do Iraque passos para a revolução “democrática” que intentava implantar no mundo. Como nota John Gray, o governo Bush comportou-se como um governo revolucionário, legitimando centros de tortura como Guantánamo. O excepcionalismo norte-americano – com os republicanos – transforma-se, com frequência, em projeto utópico de dominação do mundo a partir do modelo criado pelos Founding Fathers ianques. É uma “democracia” (imperialismo) revolucionária de exportação do capitalismo bruto, selvagem.


Em alguns governos democratas, como o de John Kennedy (1961-1963), com os direitos civis, que implicaram redistribuição de renda também, o excepcionalismo torna-se revolucionário à medida que afronta as tradições internas. É o caso de Barack Obama e de seu orçamento. Os fundadores da república americana a pensaram como uma União frágil, com estados (Illinois, Nova York, Massachusetts) fortes. Ao contrário do Brasil, os Estados Unidos são, de fato e de direito, uma república federativa radical. Portanto, a compra de ativos de bancos por parte da União faz os republicanos chamarem Barack Obama de socialista. Os investimentos em saúde, para fazê-la universal, levam os republicanos a tacharem-no de comunista. A livre iniciativa está na base de fundação desse país, onde o ente Estado é visto com enorme desconfiança e a “estatização” como o diabo. Ao contrário do que ocorre no Brasil, o empresário, nos Estados Unidos, é um empreendedor e não um especulador. A reforma tributária, proposta pelo orçamento de Obama, com redução de impostos para os pobres e para a classe média, leva à ira os membros do gop, como é chamado popularmente o Partido Republicano. Obama afronta os lobbies do petróleo e da indústria bélica ao propor impostos para poluidores, energia verde, redução drástica dos orçamentos de guerra e corte de verbas para o Pentágono. A insistência em lutar no Afeganistão advém mais da necessidade de combater o tráfico internacional de drogas, liderado pelos talebãs, com apoio de terroristas, do que de prosseguir na guerra contra o terror. Ele quer, por outro lado, aumentar os impostos dos ricos – ao contrário de Reagan e Bush, que o reduziram a quase nada. Faz uma releitura equitativa dos recursos de seu país.

No fundo, propõe sua reconstrução institucional, com um capitalismo pautado pela justiça social, e não medidas pontuais para sair da crise. Não é um “Bush dissimulado”, como um jornalista brasileiro o define, equivocadamente. Enquanto Obama quer investir cerca de 60 bilhões de dólares por ano em pesquisa de energias verdes, o Brasil despende em torno de 2 milhões e meio de dólares. E a Amazônia e o Pantanal queimam. Se houver mundo, depois da depressão, ele será ainda pautado pelos Estados Unidos, esse país onde duas utopias se confrontam historicamente e preenchem o vazio ideológico do resto do planeta.



sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Desabafo .

O brilho da estrela que no silêncio da noite é uma presença adquirida , é constante como a pessoa que amas na tua vida .
Diz-lhe coisas bonitas sem rodeio porque , podes passar de um AMO-TE para um ODEIO-TE .
Preciso de conhecimento , de sátiras envolventes e por mais que te ilustre e escreva , tu nunca me entendes !
Precisava de um génio que iluminasse o meu sucesso cornometrádo , mas ele é como um eclipse e deixa-me sempre ofuscado .
Gostava de lhe poder contar um segredo , é que eu sou forte e falho e o pior de tudo é que da mentira tenho medo .
Precisava de conhece-lo para lhe agradecer todos estes anos de solidão , mas o génio da lampada brilhante não apareçe portanto , só me resta a escuridão .
Prefiro uma lampada desgastada a iluminar-me do que uma estrala como as que vês no céu , é que a lampada é inoculta e a estrela sabes o que lhe aconteceu ?
Precisava de abraçar o Tudo e dizer adeus ao Nada , mas o Tudo é tão pouco e o Nada , nunca mais acaba .
Precisava de ser o que tu mais gostavas .
E tu ? Já pensas-te do que precisavas ?